Políticas Públicas Para Direitos Dos Animais A todo o momento Foram Tratadas Como Piada Na.

12 Feb 2018 08:11
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O presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP), tem em torno de 50 projetos sobre políticas públicas para justo dos animais tramitando pela Câmara dos Deputados. is?Iu3zsnXC9gp2Kvd6vqWy2uFlv4xRAHuU2x-icmMw4ug&height=197 Em entrevista ao R7, Izar ponderou que, apesar das propostas existirem, as "políticas públicas de direitos pra animais sempre foram tratadas como uma piada na Câmara dos Deputados". Desde 2003, ele tenta aprovar projetos que vão desde a fabricação de um fundo nacional para defender animais até penas mais enérgicas para que pessoas for pego maltratando bichos.Ademais, o deputado sugere um ministério responsável pelo animais domésticos e uma lei que torne a zoofilia crime. O debate envolvendo maus-tratos a animais voltou à tona depois da invasão do Instituto Royal, em São Paulo, por manifestantes contrários a testes com animais. Pela ocasião, ativistas resgataram quase 200 cães da raça beagle ante a razão de que eles eram maltratados no tempo em que serviam de "cobaias" pra testes de remédios.Nesta terça-feira (29), uma audiência pública na Comissão de Ecossistema e Desenvolvimento Sustentável da Câmara vai argumentar os maus-tratos a animais do Instituto Royal. Estão convidados, além do deputado Izar, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e o coordenador do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal do ministério, Marcelo Morales. Leia abaixo a entrevista exclusiva com o deputado, que alegou sobre os projetos que tramitam na Casa e deu a posição pessoal dele sobre o resgate dos beagles. R7: O senhor tem projetos em defesa dos animais em trâmite na Câmara dos Deputados há 10 anos. Na sua opinião, por que nenhum saiu do papel até nesta ocasião? Be My Eyes Para quem adora cachorros, o coração oferece um toque todo especial à tattoo de pata de cachorro Risonaide blandino da silva argumentou: 30/01/12 ás 21:Trinta e um treze/01/2011 às 13h34Ricardo Izar: Eu acredito que as políticas públicas de direitos pra animais sempre foram tratadas como uma piada pela Residência. O tema começou a ser tratado de modo mais séria depois da fabricação da Frente Parlamentar e depois que teve aqueles movimentos "Crueldade nunca mais". Ali que os deputados começaram a olhar para esta finalidade como anseio da população.De lá pra cá, a gente tem recebido a ajuda de outros parlamentares, não entendo se por pressão popular, se passaram a receber mais e-mails. Quanto mais a comunidade socorrer, melhor. R7: Do que tratam estes projetos que de imediato tramitam pela Residência? Izar: Temos 50 e poucos projetos na Moradia. Tratam de todos os tópicos relacionados a animais, começa na parte legislativa.A gente vê muita coisa errada. A gente tem projetos que abrangem Código Civil, pelo motivo de hoje, o Código Civil considera o animal como um objeto e não como um sujeito de justo. Por causa de ele é um ser e não uma coisa. Ele sente, tem alegria, aflição. Temos projetos para catalogar zoofilia como crime.A gente proíbe a veiculação e a venda de filmes pornográficos que tenham animais. R7: Existem recursos específicos pra defender os animais? Fundo Nacional dos Diretos dos Animais. A gente esteve uma vez conversando com a presidente Dilma, e ela me alegou que não tinha recursos para botar em políticas públicas, em tão alto grau como controle de zoonoses, como controle populacional. Desse modo, a gente criou um projeto que cria um fundo nacional onde as pessoas jurídicas que colocarem dinheiro no fundo podem abater do Imposto de Renda, como tem do jovem e do idoso.Também colocamos projetos do sistema veterinário gratuito pra população de baixa renda e a fabricação de uma rubrica no Ministério da Saúde pra poder mandar recursos aos municípios, a partir de emenda parlamentar para castra-móveis. Não existe, no Ministério da Saúde, uma rubrica que a gente possa incentivar a castração de cachorros em municípios. R7: Como o senhor avalia, sendo assim, as políticas públicas para os bichos? is?FfBcG5dUoOT-4mxDZyctStBXMddCXmYEtkyDHV5RK7c&height=176 Izar: A política pública no Brasil pra animais é zero.É um dos países mais atrasados nesse questão, tem muita coisa pra ser feita. Não é só charada de testes em animais, tudo está incorreto. Não há um ministério responsável pelo animais domésticos, não existe investimento do governo pra controle populacional de cães e gatos. Tudo está falso e tudo está na Casa tramitando há longo tempo. R7: O senhor acredita que a invasão do Instituto Royal foi relevante pra chamar a atenção pra esses casos? É uma pena que tenha tido que sacrificar alguns animais pra que as pessoas dessem a atenção que necessita ser dada para o tema. R7: E qual a posição pessoal do senhor sobre o assunto esse capítulo? O senhor encontra que não tinha outra forma de chamar a atenção ou poderia ser feito de uma maneira mais pacífica?Já que o ativista da proteção animal é pacífico. Geralmente, são pessoas que têm respeito até a outros tipos de existência, sem ser a humana, assim sendo normalmente são pessoas pacíficas. A ferocidade eu tenho certeza que não partiu dos ativistas da razão animal. R7: E sobre a CPI? A gente ouviu apresentar pela CPI da vivissecção (prática de dissecar um animal vivo para realizar estudos). Qual é o assunto desta CPI? Izar: A gente vem pedindo, há alguns meses, a constituição de uma CPI pra apurar os casos de maus-tratos a animais no Brasil inteiro. De imediato existem métodos superavançados que substituem. O Brasil infelizmente está muito atrasado.

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