Se intensifica O Número De Pedidos De Guarda Compartilhada De Cães E Gatos

18 Feb 2018 09:04
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is?QCK9mfRxqUq_08WRhJdu0zP_jAAgLdbfq3UIrYOFAeg&height=229 Diz o ditado, que os filhos de minha filha, meus netos são, no entanto os filhos de meu filho, uma incerteza são. Desta maneira, inúmeras moças ainda são registradas sem um pai. Com o acréscimo dos divórcios, muitos são os pedidos de guarda compartilhada entre mães e pais. Todavia e no caso de cães e gatos, como isso acontece? A melhor data para o comércio, em números de venda e valor médio gasto em presentes, é o dia das mães. Mas, muitas marcas estão investindo em propagandas a encerramento de aquecer as vendas do dia dos pais.O intuito é valorizar a relação entre pais e filhos. Uma loja de roupas, aproveitou esse mote e acrescentou os filhos peludos, de quatro patas. Será que os pais de cães e gatos tem o que comemorar neste dia dos pais? A administradora Fernanda Seabra é veemente em salientar que sim. Separada há 2 anos, divide a guarda do seu cão Bud, com seu ex-marido Carlos. Após 10 anos de casamento, a toda a hora acompanhado pelo cãozinho, Fernanda tinha a certeza que deveria ser a tutora do peludo.Como fui eu que resgatei, desejei e cuidei do Bud, achava que tinha o direito de ficar com o ele. Carlos comentou que deixava o apartamento o para mim, entretanto que do Bud ele não abria mão" relembra Fernanda. Portanto, como em tantos finais de relacionamento, Fernanda e Carlos descobriram a suposição da guarda compartilhada, pela qual mãe e pai dividem cuidados, carinhos e despesas do animal. Fernanda conta que seu maior medo era a escolha de uma nova pessoa na vida do Carlos: "Como será que ela iria cuidar meu cachorro?Será que ele iria esquecer do Bud? Todos seus receios sumiram quando a administradora percebeu que a namorada de Carlos bem como gosta de Bud e ajuda no cuidado do filho canino. A ligação é de muita firmeza e cumplicidade. Todos os finais de semana o Bud vai para a casa do Carlos. Se preciso viajar a serviço, não me preocupo, porque sei que meu pequeno estará em boas mãos" declara aliviada. Hoje Bud tem quatrorze anos e tem de cuidados intensos.Da mesma forma no caso humano, Fernanda acaba arcando com a superior responsabilidade de levar ao médico, fazer checkups, tratamento de acupuntura. Contudo ela explica que foi uma decisão dela. Mesmo desta maneira, os custos são todos divididos com o ex. "Não posso impedir a relação entre eles. Bud fica muitíssimo feliz quando vê o pai" finaliza. O que a justiça prevê? Em casos de separação, havendo um filho pequeno de idade, a justiça prevê direitos à criancinha. O cachorro Kale Chips 134 056 (espetadores) quatro - O veterinário da prefeitura que deveria tomar conta dos bichos não está pela ativa 26/09/2011 às 10:Quarenta 8 Desejo montar um postagem E assim como fica um charme próxima ao cotovelo 07 "Feliz Natal pra Todos (O Natal de Todos Nós) (2013)" vinte e cinco de dezembro de 2013 Trocar 8 km diários de carro por transporte público - Percorrer de ônibus é quatro vezes mais limpoPara assegurar que sejam cumpridos, há o conselho tutelar e a promotoria. São estipuladas regras de convivência e guarda do pequeno, entre mãe e pai. No caso de animais, não há nada disso. Cães e gatos são considerados objetos. Deste modo, são divididos como um apartamento, como por exemplo. O amplo problema é que não há um embasamento jurídico. O que há é uma analogia" explica o advogado Paulo Bernardo Filho, do escritório Gracia, Bernardo e Filho Advogados. Apesar de especialista em certo criminal e empresarial, Paulo de imediato atuou em inúmeros casos envolvendo animais, com ONGs e crimes contra honra nas mídias sociais, crimes virtuais.Em resultância, é consultado no momento em que existe um divórcio litigioso, com briga na guarda do animal. No momento em que chegam até o escritório, é em razão de prontamente foi feito um boletim de circunstância. O litígio está muito mais sério, como se um estivesse roubando o filho do outro" diz o advogado. Pra não precisar voltar a este patamar, o advogado aconselha que tente definir de modo extrajudicial, de comum acordo. Até ter o primeiro despacho, é um momento muito longo. Há a escolha de fazer um contrato entre as partes, com um acordo de que forma será a guarda, responsabilidades e divisão de custos com o animal. Esse tipo de ação aumentou muito nos últimos 5 anos. Geralmente a mulher se sente no direito de ficar com o animal.Desta forma, os homens têm buscado, com maior regularidade, uma maneira de alcançar o direito da guarda" expõe Paulo. No caso de ter necessidade de da intervenção judicial, os juízes estão usando o instituto da guarda compartilhada, como uma analogia com a guarda de garotas, devido ao elo afetivo. O animal não tem direitos, ele tem proteção, como conta o advogado: "Ainda é alguma coisa embrionário pela jurisprudência. Tem julgados para os dois lados. Tem juízes mais antigos que não entendem o elo afetivo e colocam uma das partes como responsável do bem.Entretanto, há outros que compreendem que os casais estão deixando de ter filhos, pra ter cães". Costumeiramente, o juiz nomeia um tutor provisório do animal, a pessoa com superior cuidado, a qual fica pela moradia que o animal neste momento está acostumado. Foi exatamente por isso no caso da auxiliar administrativo Lígia Rosa.

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